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Plataforma para gestão municipal

A operação da sua cidade, sob controle.

Do pedido do cidadão à ordem de serviço concluída, o UrbanOps centraliza caçambas, equipes, veículos e prazos em uma única plataforma — com histórico, indicadores e transparência.

  • Comece por um módulo
  • Sem servidor na prefeitura
  • Ambiente próprio do município
  • Ambiente isolado por município
  • Infraestrutura em nuvem AWS
  • Alinhado à LGPD
  • Trilha de auditoria

O ponto de partida

Você reconhece alguma destas situações?

Não é falta de trabalho — é falta de informação organizada. Quase toda prefeitura convive com as mesmas quatro dificuldades, independentemente do porte.

  • A informação está espalhada

    Uma planilha no setor de obras, um caderno na garagem, um grupo de WhatsApp para os pedidos urgentes. Quando alguém falta, o conhecimento falta junto.

  • Ninguém sabe onde está o quê

    Caçambas paradas há semanas em obras encerradas, maquinário emprestado sem registro, equipes deslocadas sem histórico. O patrimônio existe, mas não aparece.

  • O cidadão cobra e não há resposta

    O munícipe liga pela terceira vez perguntando do entulho na esquina. Sem protocolo e sem prazo registrado, o atendente só consegue prometer que vai verificar.

  • Não há número para prestar contas

    Quando o gabinete, a Câmara ou o Tribunal de Contas pedem dados do serviço, começa uma força-tarefa para reconstruir de memória o que aconteceu no período.

O que fazemos

Uma plataforma para a operação inteira, não um sistema por problema

O UrbanOps reúne em um só lugar o que hoje está espalhado entre planilhas, cadernos e conversas — e devolve à gestão a visão do que está acontecendo na cidade.

  • Saber onde está cada caçamba

    Cada equipamento tem um registro vivo: onde foi alocado, desde quando, a pedido de quem e em que situação está. Acabam as buscas por telefone para localizar o que é da prefeitura.

  • Transformar pedido em protocolo

    Toda solicitação — do cidadão, da secretaria ou da fiscalização — entra com número, responsável e prazo. Nada mais depende de alguém lembrar de anotar.

  • Levar a ordem de serviço até o fim

    Da abertura à conclusão em campo, com registro de execução, data e equipe responsável. O que foi feito fica documentado por quem fez.

  • Enxergar o patrimônio em operação

    Veículos, maquinário e equipamentos deixam de ser uma lista no papel e passam a ser recursos com histórico de uso, alocação e disponibilidade.

  • Fazer as secretarias falarem a mesma língua

    Obras, meio ambiente e serviços urbanos trabalham sobre a mesma base de informação. O encaminhamento entre setores deixa de ser um ofício em papel.

  • Decidir com número, não com impressão

    Volume de atendimentos, tempo médio de resposta, prazos cumpridos e áreas mais demandadas — prontos quando o gestor precisar, não depois de dias de apuração.

O que muda na prática

Da rotina de hoje para uma operação organizada

Sem promessa de milagre: o ganho vem de registrar a informação uma vez, na origem, e deixá-la disponível para quem precisa dela depois.

  • Menos planilha, mais operação

    HojeControles paralelos em planilhas que só uma pessoa sabe manter, com versões diferentes circulando por e-mail.

    Com o UrbanOpsUm registro único, atualizado por quem executa, acessível a todos que precisam — sem depender da memória de ninguém.

  • Prazo que se acompanha

    HojeO prazo existe no combinado verbal. Só se descobre que estourou quando o cidadão reclama de novo.

    Com o UrbanOpsCada tipo de serviço tem prazo definido, e o que está para vencer aparece antes de virar problema.

  • Histórico que resiste à troca de equipe

    HojeQuando um servidor sai, o conhecimento sai junto. Reconstruir o que aconteceu depende de quem estava lá.

    Com o UrbanOpsO histórico fica com a instituição. Qualquer pessoa autorizada consulta o que foi feito, por quem e quando.

  • Resposta objetiva ao munícipe

    HojeO atendente anota o pedido num papel e promete verificar. Na segunda ligação, recomeça do zero.

    Com o UrbanOpsO pedido vira protocolo com situação consultável. O cidadão sabe em que pé está sem depender de insistir.

  • Secretarias sobre a mesma informação

    HojeO encaminhamento entre setores acontece por ofício, telefone ou grupo de mensagem, e às vezes se perde no caminho.

    Com o UrbanOpsA demanda circula dentro do sistema com responsável definido, e o encaminhamento fica registrado.

  • Decisão com base em dado

    HojeAs perguntas do gabinete viram força-tarefa de apuração, e a resposta chega quando a decisão já foi tomada.

    Com o UrbanOpsOs números da operação estão disponíveis quando a pergunta surge, na reunião em que ela é feita.

Módulos

Comece pelo que dói mais. Cresça quando fizer sentido.

A prefeitura ativa apenas os módulos de que precisa agora. Os demais entram depois, sem reimplantação e aproveitando o que já foi cadastrado.

Operação de campo

  • Gestão de caçambas
  • Ordens de serviço
  • Equipes e operadores

Patrimônio e recursos

  • Gestão de ativos
  • Veículos e maquinário

Atendimento ao cidadão

  • Solicitações
  • Portal do cidadão
  • Retorno do munícipe

Gestão e controle

  • Controle de prazos e SLA
  • Indicadores e relatórios
  • Auditoria e rastreabilidade
  • Notificações

Plataforma e administração

  • Usuários e permissões
  • Ambiente próprio do município
  • Adequação ao fluxo do município
  • Identidade do município

Como funciona

Do pedido à prestação de contas, em cinco passos

O fluxo abaixo é o mesmo para uma caçamba, uma poda de árvore ou um reparo de calçada — muda o tipo de serviço, não a forma de acompanhar.

  1. 1

    Configuramos o ambiente do município

    Criamos o ambiente exclusivo da prefeitura, cadastramos secretarias, usuários e os tipos de serviço que o município já executa, com os prazos que ele mesmo define.

  2. 2

    As demandas entram por um canal só

    Pedidos do cidadão pelo portal, do atendimento presencial ou da própria equipe em campo — todos chegam ao mesmo lugar, com protocolo e destino.

  3. 3

    A gestão distribui e acompanha

    A coordenação vê o que entrou, encaminha para a secretaria ou equipe responsável e acompanha o andamento sem precisar telefonar para cada frente.

  4. 4

    A equipe executa e registra em campo

    Quem faz o serviço registra a execução pelo celular, com data e evidência. A informação nasce na origem, e não numa digitação posterior.

  5. 5

    A operação vira informação de gestão

    Tudo que foi executado alimenta indicadores, histórico e relatórios — prontos para a reunião de secretariado e para a prestação de contas.

Segurança e confiança

Dado público exige cuidado de dado público

A plataforma trata informação de cidadãos e de serviços essenciais. Segurança e privacidade não são um item de checklist — são requisito de projeto.

  • Isolamento entre municípios

    Cada prefeitura opera em um ambiente próprio. A separação dos dados é garantida pela arquitetura da plataforma: nenhuma consulta atravessa a fronteira de um município para outro.

  • Acesso por perfil e função

    Ninguém acessa o que não precisa. Gestão, operação, atendimento e fiscalização têm perfis distintos, e cada permissão é concedida deliberadamente.

  • Autenticação com sessão controlada

    Login individual por servidor, com sessão que expira e credenciais que nunca trafegam em texto aberto. Desligamentos e mudanças de função são refletidos imediatamente.

  • Trilha de auditoria

    Alterações relevantes ficam registradas com autor e data. Quando o controle interno ou o Tribunal de Contas pergunta o que aconteceu, existe resposta documentada.

Dúvidas comuns

O que gestores costumam perguntar

Se a sua dúvida não estiver aqui, é só perguntar diretamente — respondemos sem rodeio.

A plataforma serve para prefeituras pequenas e médias?
Sim — foi pensada exatamente para elas. Municípios menores costumam ter equipes enxutas acumulando funções, e é onde a falta de organização pesa mais. A prefeitura contrata apenas os módulos de que precisa e usa a plataforma na escala da sua operação, sem pagar por complexidade que não vai usar.
Posso começar com apenas um módulo?
Pode, e costuma ser o melhor caminho. A maioria dos municípios começa pelo controle de caçambas ou pelas solicitações do cidadão, resolve uma dor concreta e ganha confiança da equipe. Os demais módulos são ativados depois, sem reimplantação e aproveitando o que já foi cadastrado.
É possível adaptar aos fluxos da nossa prefeitura?
Sim. Tipos de serviço, prazos, etapas e perfis de acesso são configurados conforme o município já trabalha. Nossa premissa é adaptar a plataforma ao processo existente, e não exigir que a prefeitura mude a rotina para caber no sistema.
O portal do cidadão pode levar a identidade do município?
Sim. O portal público usa o nome e a identidade visual da prefeitura, em endereço próprio do município. Para o cidadão, o serviço é da prefeitura — que é exatamente o que ele é.
Como funciona a implantação?
Começa com uma conversa para entender a operação atual. Em seguida configuramos o ambiente do município, cadastramos usuários e tipos de serviço, treinamos as equipes de gestão e de campo e acompanhamos de perto as primeiras semanas de uso. O prazo depende do número de módulos e do porte do município, e é definido junto com a prefeitura antes de começar.

Próximo passo

Vamos entender a operação do seu município?

Uma conversa de 30 minutos é suficiente para mostrarmos a plataforma funcionando sobre a realidade da sua prefeitura — e para entendermos se faz sentido para vocês.